Médica citou risco de morte ao transferir Bolsonaro ao Hospital DF Star; presídio relatou escolta ao STF
Relatório aponta que a escolta teve início às 6h52 por determinação da médica de plantão, Dra. Ana Cristina, e terminou por volta das 8h55; defesa pediu prisão domiciliar ao ministro do STF
O presídio informou ao Supremo Tribunal Federal que realizou a escolta do ex-presidente até o Hospital DF Star após avaliação médica que apontou risco de morte. Segundo o relatório enviado ao ministro responsável, a saída começou às 6h52 e o trajeto foi concluído por volta das 8h55.
Relato da transferência
O documento cita que a decisão de encaminhar o custodiado ao hospital foi tomada pela médica de plantão, Dra. Ana Cristina, devido ao risco iminente de morte. A informação foi comunicada oficialmente ao ministro do STF.
Pedido da defesa
Após o episódio de mal-estar, a defesa do ex-presidente protocolou um novo pedido de prisão domiciliar junto ao ministro. Não há prazo estabelecido para a análise ou decisão sobre o requerimento.
Situação clínica
Em boletim médico divulgado na manhã de hoje (20), a equipe do hospital informou que o ex-presidente permanece internado e não há previsão de alta.





