O programa de renegociação de dívidas do Governo Federal, Desenrola 2.0, está próximo de alcançar a marca de R$ 1 bilhão em débitos renegociados. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (11), em Brasília, pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo o ministro, o volume reflete cerca de 200 mil pedidos enviados às instituições bancárias, com aproximadamente 100 mil operações já em fase de conclusão, visando reduzir a inadimplência e o comprometimento da renda das famílias brasileiras.
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O balanço apresentado reforça o alcance da iniciativa, que foca em cidadãos com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 8.105). Durigan destacou que o programa não se limitará apenas aos inadimplentes. O governo estuda a criação de um “prêmio” ou incentivo para consumidores que mantiveram suas contas em dia, uma medida que deve ser detalhada em um segundo momento, priorizando, por ora, aqueles que enfrentam maiores dificuldades financeiras.
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Além do balanço positivo no setor bancário, o ministro anunciou a expansão do programa para o setor educacional. O “Desenrola Fies”, voltado para estudantes com débitos no Fundo de Financiamento Estudantil, deve estar totalmente operacional ainda nesta semana. As condições para este público incluem descontos que podem chegar a 99% para inscritos no CadÚnico e prazos de pagamento em até 150 vezes, com a expectativa de beneficiar mais de um milhão de estudantes.
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Atualmente, o Desenrola 2.0 permite renegociar dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal contratadas até janeiro de 2026. As condições oferecidas pelos bancos parceiros incluem juros limitados a 1,99% ao mês e descontos de até 90%. O governo estima que, ao final das quatro modalidades previstas (Famílias, Fies, Empresas e Rural), o montante total renegociado possa chegar a R$ 42 bilhões.





