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Indústria, comércio e sindicatos exigem queda mais forte da Selic após corte para 14,75%: pressionam por alívio para investimentos e dívidas

Colatina em Ação por Colatina em Ação
19 de março de 2026
Em Economia
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Indústria, comércio e sindicatos exigem queda mais forte da Selic após corte para 14,75%: pressionam por alívio para investimentos e dívidas
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Indústria, comércio e sindicatos exigem queda mais forte da Selic após corte para 14,75%: pressionam por alívio para investimentos e dívidas

Entidades consideram decisão do Copom correta, mas insuficiente; ritmo dos próximos cortes será determinante para a recuperação econômica

Entidades do setor produtivo: corte correto, mas insuficiente

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. A medida foi recebida com aprovação formal por parte de representantes do setor produtivo, mas também com críticas sobre a intensidade do corte.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que o movimento, ainda que na direção certa, não é suficiente para interromper a desaceleração da atividade, destravar investimentos e aliviar o endividamento das famílias. Para Ricardo Alban, presidente da CNI, a cautela do Banco Central permanece excessiva e continuará penalizando a economia.

Segundo a confederação, a combinação de desaceleração da inflação acumulada em 12 meses, projeções de preços dentro da meta e uma taxa de juros real ainda elevada, acima do nível neutro, sinaliza que a política monetária segue excessivamente restritiva diante do arrefecimento dos preços.

# # #

Comércio e cenário externo: incertezas limitam o ritmo de corte

A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) reconheceu o início do ciclo de redução da Selic, mas destacou que incertezas internas e externas reduziram a intensidade do corte. A federação citou pressão da inflação de serviços e a alta do petróleo como fatores que podem frear uma queda mais rápida dos juros.

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) interpretou a decisão como prudente, em um contexto marcado por tensões internacionais que elevaram o preço do petróleo e ampliaram riscos inflacionários. O economista Ulisses Ruiz de Gamboa apontou que a desaceleração da atividade econômica pesou na escolha por uma política menos contracionista, porém cautelosa.

Sindicatos: corte insuficiente para aliviar o peso das dívidas

Do lado dos trabalhadores, centrais sindicais criticaram a magnitude do corte. A Contraf-CUT, com base em análise do Dieese, considerou que a redução anunciada é insuficiente para reduzir o custo das dívidas que pressionam famílias e consumo.

A Força Sindical também saudou o início do ciclo, mas afirmou que o corte de 0,25 ponto não terá efeito suficiente para dinamizar o consumo, fortalecer a geração de empregos de qualidade ou favorecer as negociações salariais previstas para o primeiro semestre, conforme nota do presidente Miguel Torres.

O que está em jogo e próximos passos

Há consenso entre indústria, comércio e trabalhadores de que o que realmente importará para a economia é o ritmo das próximas decisões do Copom. Uma redução mais intensa da Selic é vista por esses setores como condição para reativar o crescimento, estimular investimentos e aliviar o endividamento das famílias.

Entre os fatores que o mercado e as entidades vão acompanhar estão a evolução da inflação de serviços, os efeitos das variações do preço do petróleo e demais choques externos, o comportamento do crédito e a resposta da atividade econômica. O tom das próximas atas do Copom e os indicadores de inflação e atividade nos próximos meses serão determinantes para definir a velocidade do ciclo de queda dos juros.

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