Policia prende militar reformado que produzia notas falsas de dinheiro no norte do ES. Foto: PCES/Divulgação
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Operação policial prende militar reformado que produzia notas falsas de dinheiro em Barra de São Francisco

Colatina em Ação – 23 de março de 2022

Policia prende militar reformado que produzia notas falsas de dinheiro no norte do ES. Foto: PCES/Divulgação

Um policial militar reformado de 49 anos foi preso durante uma operação realizada pela Delegacia Regional de Barra de São Francisco, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), no Centro de Barra de São Francisco, na manhã desta terça-feira (22). As investigações apontam que o militar era responsável por produzir, imprimir e vender notas falsas de dinheiro na região.

As diligências foram realizadas após diversos comerciantes locais começarem a registar o boletim de ocorrência na Delegacia, informando que estavam recebendo notas falsas de dinheiro. A partir daí, foi instaurado um Inquérito Policial (IP), que conseguiu identificar a pessoa que estava produzindo as notas.

Valor menor

“Após identificar o suspeito, representamos pelo mandado de busca e apreensão, que foi expedido pelo Poder Judiciário, e deflagramos a operação com a Polícia Militar. No local, além de localizarmos papel moeda e as notas falsas que ainda não tinham sido cortadas, encontramos três revólveres sem registro, muitas munições e diversos produtos de furto e roubo”, disse o titular da Delegacia Regional de Barra de São Francisco, delegado Leonardo Forattini.

Durante a operação, foram apreendidos um computador e a impressora que era utilizada para a fabricação das notas falsas, além de várias carteiras de identidade falsas com a foto do militar e de outras pessoas. As investigações apontam que o suspeito fabricava as cédulas de dinheiro e as vendia para moradores da região por um valor menor e que, geralmente, eram utilizadas para comprar produtos em bares e festas.

O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de posse de arma de fogo, receptação e moedas falsas, sendo encaminhado, posteriormente, ao Sistema Prisional. Foi instaurado um Inquérito Policial para apurar a questão da receptação. Já o inquérito sobre as cédulas será encaminhado à Polícia Federal.

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