Operação da PF contra pornografia infantil prende homem em flagrante no Noroeste do ES - Foto: Reprodução
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Operação da Polícia Federal contra pornografia infantil prende homem em flagrante no Noroeste do ES

Colatina em Ação – 16 de dezembro de 2021

Operação da PF contra pornografia infantil prende homem em flagrante no Noroeste do ES – Foto: Reprodução

Policiais federais realizaram, na manhã desta quinta-feira (16), uma operação que investiga a produção, divulgação e transmissão de pornografia infantil no Espírito Santo. Um homem foi preso em flagrante.

A Operação Abutre um mandado de busca e apreensão em Boa Esperança, no Noroeste do ES. Durante as buscas, foi encontrado material contendo exploração sexual infantil, o que gerou a prisão em flagrante do homem de 38 anos. O nome do preso não foi divulgado. Os agentes também encontraram preservativos e doces na casa do homem.

Segundo a PF, o trabalho é decorrente de cooperação técnica-investigativa entre o Serviço de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia da corporação e o National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), que informa o órgão central de Brasília quando há indícios de criminosos atuando no Brasil.

A PF divulgou que a Operação Abutre inaugurou um novo método de investigação que otimiza as buscas de indícios realizadas a partir das comunicações produzidas neste tipo cooperação internacional.

O objetivo da ação desta quinta, além do cumprimento da medida judicial, é colher elementos de prova que identifiquem outros suspeitos envolvidos ou outros crimes ainda mais graves, como estupro de vulneráveis, seguido do seu registro, divulgação ou armazenamento de imagens.

Segundo a PF, o nome trata-se de uma alusão às aves que “orbitam o sofrimento de outros seres enquanto buscam alimento, tal qual o comportamento dos predadores sexuais, que submetem suas vítimas e as mantêm em permanente estado de aniquilação emocional”.

O homem preso em flagrante responderá pelos crime de posse ou armazenamento de material pornográfico envolvendo criança ou adolescente e poderá responder por produzir, transmitir e ainda, caso seja possível identificar vítimas, poderá responder por estupro de vulnerável, com penas que somadas podem chegar até 33 anos de prisão.

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