Motoristas que utilizam a BR-259, entre os municípios de Colatina e Baixo Guandu, enfrentam diariamente longos congestionamentos e incertezas devido ao atraso nas obras de manutenção da Ponte Fontenelle, localizada no km 82. A intervenção, iniciada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em março de 2025, tinha uma previsão inicial de 180 dias para conclusão, mas o prazo expirou sem que a estrutura fosse totalmente liberada, provocando indignação em quem depende da via.
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A situação é crítica para o fluxo de veículos pesados. Atualmente, a ponte opera com restrições severas, permitindo apenas a passagem de veículos leves e autocarros sob o sistema “pare e siga”, enquanto camiões de grande porte precisam de utilizar rotas alternativas que aumentam consideravelmente o tempo e os custos de viagem. A falta de um cronograma claro por parte das autoridades competentes é o principal ponto de reclamação de condutores e empresários da região, que relatam prejuízos logísticos e insegurança no trecho.
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O DNIT informou em comunicados anteriores que as obras fazem parte de um pacote de investimentos de mais de R$ 100 milhões para a recuperação de estruturas nas BRs 259 e 262. No entanto, as etapas de reforço estrutural e instalação de novos dispositivos de segurança parecem ter estagnado, mantendo a interdição parcial por um período muito superior ao planeado.
Enquanto a solução definitiva não chega, os utilizadores da rodovia continuam a enfrentar filas quilométricas, especialmente nos horários de pico. A comunidade local e os motoristas exigem uma resposta urgente do órgão federal e a aceleração dos trabalhos para que o tráfego na principal ligação entre o Noroeste do Espírito Santo e o Leste de Minas Gerais seja normalizado.
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