Como São Paulo sondou Filipe Luís e Marcelo Gallardo antes de fechar com Roger Machado — por que cada negociação não avançou
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Diretoria do Tricolor avaliou alternativas a Hernán Crespo e acabou optando por um técnico livre e mais adequado ao orçamento
O São Paulo encaminhou um acordo com Roger Machado para substituir Hernán Crespo no comando da equipe. Antes de bater o martelo, a diretoria ouviu outros nomes, mas não conseguiu evoluir nas tratativas.
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O primeiro contato foi com Filipe Luís, recém-saído do Flamengo e muito próximo de Rafinha, gerente de futebol do Tricolor. Apesar da afinidade, Filipe planeja descansar até o meio do ano e tem a intenção de voltar ao futebol europeu, o que inviabilizou a contratação imediata.
Também houve sondagem a Marcelo Gallardo, ex-treinador do River Plate e atualmente sem clube. O interesse existiu, mas as exigências financeiras do argentino ficaram muito acima da realidade orçamentária do São Paulo, tornando a negociação impraticável.
O nome de Fernando Diniz chegou a ser citado, mas enfrenta forte resistência interna em razão da passagem pelo clube em 2020.
Por que Roger Machado foi escolhido
Livre no mercado e com experiência no futebol brasileiro, Roger ofereceu combinação de custo compatível e disponibilidade imediata. A diretoria conseguiu encaminhar um acordo até o fim do ano.
Próximos passos
Roger é esperado pela diretoria nesta terça-feira para assinar o contrato e assumir o trabalho à frente do elenco.




