Atividade de Educação Física usou óculos de realidade virtual e materiais acessíveis para ampliar repertório esportivo e cultural dos estudantes
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Elvira Barros, em Afonso Cláudio, promoveu uma atividade pedagógica nas aulas de Educação Física que apresentou modalidades das Olimpíadas de Inverno por meio de momentos teóricos, experiências com realidade virtual e práticas corporais adaptadas.
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Imersão com realidade virtual
Os estudantes utilizaram óculos de realidade virtual para observar pistas, arenas e a dinâmica das competições em ambientes reais. A experiência permitiu que alunos visualizassem detalhes das modalidades pouco comuns no contexto brasileiro, ampliando o repertório cultural e esportivo.
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Construção de jogos adaptados
Após a etapa teórica e a imersão virtual, os alunos transformaram o conhecimento em prática: construíram versões adaptadas de esportes de inverno com materiais acessíveis. Entre as atividades recreativas estavam o Curling — que envolve estratégia, precisão e trabalho em equipe — e jogos inspirados no Bobsled, simulando corridas em equipe.
Objetivos pedagógicos e resultados
Segundo a professora de Educação Física Fernanda de Souza Braga, a proposta buscou ampliar as experiências esportivas e culturais dos estudantes. “A escola também é um espaço de descoberta e ampliação de horizontes. Ao trabalhar os esportes de inverno, buscamos mostrar aos alunos que o esporte é diverso e está presente em diferentes culturas e contextos do mundo. Quando o estudante tem a oportunidade de conhecer, experimentar e recriar o conhecimento, a aprendizagem se torna mais significativa”, destacou.
Protagonismo estudantil
O formato prático estimulou a participação ativa, a cooperação e o protagonismo. Para o estudante Davi Luiz Blank, do 6º ano, a atividade foi diferenciada: “Eu achei muito legal porque a gente aprendeu sobre esportes diferentes e ainda pôde brincar com eles aqui na escola. Quando usei os óculos de realidade virtual parecia que eu estava mesmo nas Olimpíadas”, relatou.
A iniciativa demonstra como recursos tecnológicos e a criatividade na adaptação de materiais podem tornar o ensino de educação física mais inclusivo, motivador e conectado a diferentes manifestações esportivas globais.





