O período de chuvas em Colatina traz consigo a necessidade de vigilância constante sobre o nível do Rio Doce. Para garantir a segurança da população, a Defesa Civil Municipal mantém um monitoramento permanente em conjunto com órgãos estaduais e federais, integrando o Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Doce, em operação desde 1997.
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Este sistema acompanha diariamente as calhas dos rios que compõem a bacia, como o Piranga, Piracicaba e o próprio Rio Doce. O objetivo é prever elevações e orientar ações preventivas. Diariamente, boletins técnicos são compartilhados com instituições de gestão de riscos, incluindo o CENAD e o CEMADEN, além de forças de segurança.
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Em situações de maior volume pluviométrico, é acionada a Sala de Crise da Cheia do Rio Doce, que reúne órgãos como a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
Entenda as Cotas de Referência
A Defesa Civil utiliza réguas de medição, como a instalada sob a Ponte Florentino Avidos, para definir os protocolos de ação. Os níveis são divididos em três estágios principais:
Atenção: 460 cm
Alerta: 530 cm
Inundação: 580 cm
É importante ressaltar que atingir a cota de inundação (580 cm) não significa necessariamente que haverá água nas ruas de imediato. A topografia da cidade faz com que cada bairro responda de forma diferente, exigindo níveis específicos para que o transbordamento atinja as vias públicas. Os dados servem para que a prefeitura planeje vistorias, avisos preventivos e a logística de remoção de famílias, caso necessário.




