Operações de saúde e limpeza durante os desfiles e blocos de rua registraram números expressivos, com foco na segurança e bem-estar dos foliões.
Saúde em Destaque: Atendimento e Transferências
Os postos médicos montados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) no Sambódromo registraram um total de 2.843 atendimentos durante os desfiles das escolas de samba, que se encerraram na quarta-feira de cinzas. Deste total, 167 pacientes necessitaram de encaminhamento para hospitais da rede municipal. Apenas na última noite de desfiles do Grupo Especial, foram realizados 800 atendimentos e 37 transferências. Paralelamente, os quatro postos de atendimento médico espalhados pelo centro e zona sul do Rio, dedicados ao carnaval de rua entre 24 de janeiro e 17 de fevereiro, contabilizaram 694 atendimentos e 89 transferências para unidades hospitalares, visando cuidados mais complexos.
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Principais Causas de Atendimento e Ações de Vigilância
As principais queixas médicas nos postos de saúde incluíram descompensação de doenças crônicas, picos de pressão, mal-estar e fadiga – muitas vezes associados ao esforço físico, peso das fantasias e ao calor. Dores de cabeça, cortes, entorses, lesões ortopédicas, contusões e intoxicações, principalmente por consumo excessivo de álcool, também foram causas frequentes de procura por atendimento. O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio) atuou no Sambódromo, lavrando nove autos de infração por questões como falta de documentação e condições higiênico-sanitárias inadequadas, orientando as equipes para as devidas correções.
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Limpeza Urbana: Um Desafio Constante
A Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb), através da Operação Carnaval 2026, recolheu um volume expressivo de resíduos. Na terça-feira, foram coletadas 296,3 toneladas de lixo em todos os pontos de folia. A última noite de desfiles do Grupo Especial gerou 55,5 toneladas de resíduos somente na área do Sambódromo e seu entorno. Desde o início do pré-carnaval, os blocos de rua, bailes populares e desfiles de embalo acumulam cerca de 1.100 toneladas de resíduos. A Comlurb contabiliza um total de 1.421,2 toneladas de resíduos recolhidos desde o período pré-carnavalesco.
Números Consolidados da Folia Carioca
Em resumo, a operação de saúde do Carnaval do Rio atendeu mais de 3.500 pessoas em postos médicos, entre o Sambódromo e os blocos de rua, com uma parcela significativa necessitando de cuidados hospitalares adicionais. A limpeza urbana também foi um ponto crucial, com a Comlurb recolhendo mais de 1.400 toneladas de resíduos, demonstrando a magnitude da mobilização e os desafios logísticos para manter a cidade limpa durante as celebrações.




