O ator e dublador brasileiro Silvio Matos faleceu no último sábado, 11 de abril de 2026, aos 82 anos, na cidade do Rio de Janeiro. A notícia foi confirmada por colegas de profissão e pela plataforma Duplapédia Brasil. Até ao momento, a família não divulgou a causa oficial da morte. O velório foi agendado para este domingo, no Crematório da Penitência, na capital fluminense.
Nascido em São Vicente de Minas, em 1943, Silvio Matos construiu uma carreira eclética que atravessou seis décadas. Iniciou a sua trajetória nos palcos e no rádio-teatro ainda nos anos 1960. Na televisão, participou de produções emblemáticas de diferentes gerações, desde a versão original de Carrossel (1972) até marcos da TV Cultura, como Mundo da Lua (1991) e Castelo Rá-Tim-Bum (1994), onde também atuou nos bastidores como editor.
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Como dublador, Silvio emprestou a sua voz a clássicos como A Feiticeira e Viagem ao Fundo do Mar, consolidando-se como uma das vozes mais reconhecíveis do setor no país. A sua versatilidade permitiu-lhe transitar entre o drama e a comédia, tendo passado por programas históricos como Chico Anysio Show e A Praça é Nossa.
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Nos últimos anos, o veterano reinventou-se e conquistou o público jovem ao tornar-se um fenómeno na internet. Como integrante do canal de humor Parafernalha, as suas esquetes viralizaram, apresentando o seu talento para a comédia a uma nova audiência. Além do humor, Matos mantinha uma presença ativa nas redes sociais, onde partilhava reflexões sobre a vida e o envelhecimento para mais de 150 mil seguidores. O seu trabalho mais recente no cinema foi no filme Jorge da Capadócia, lançado em 2024. Silvio Matos deixa um legado de dedicação às artes e uma marca profunda na cultura audiovisual brasileira.





