Caso veio à tona após a criança contar aos pais sobre a agressão.
Um vídeo chocante mostra uma professora puxando o cabelo de uma aluna de apenas 4 anos em uma escola em Sorocaba, interior de São Paulo. O incidente veio à tona após a própria criança relatar a agressão aos seus pais. Confrontada pelas imagens, a educadora admitiu ter puxado o cabelo da menina, mas minimizou a ação, afirmando que foi “sem força”. A família da vítima já tomou as medidas judiciais cabíveis e registrou um processo, que está tramitando em segredo de Justiça para proteger a integridade da criança.
Escola afirma não ter sido comunicada e se coloca à disposição.
A escola, pertencente ao Banco de Olhos de Sorocaba e destinada aos filhos de seus funcionários, emitiu uma nota esclarecendo sua posição. A instituição afirmou que não compactua com qualquer tipo de maus-tratos ou condutas que desrespeitem a integridade física e emocional dos alunos. Até o momento da nota, a escola declarou não ter sido oficialmente comunicada sobre o ocorrido. No entanto, ressaltou que permanece à disposição para receber informações e apurar quaisquer situações apresentadas, comprometendo-se a adotar as medidas cabíveis, se necessário.
Defesa da família busca responsabilização e mantém sigilo processual.
O advogado da família da criança agredida, Cleber Pereira Balestero, informou que todas as medidas judiciais foram tomadas e que as imagens da agressão foram anexadas ao processo. Ele reforçou que o caso está sob segredo de Justiça, medida que visa resguardar a imagem e a saúde psicológica da menor envolvida. A defesa técnica expressou confiança nas instituições e no devido processo legal, aguardando a instrução processual para a efetiva responsabilização civil dos envolvidos, com base na responsabilidade objetiva dos estabelecimentos de ensino.
Investigação em andamento e medidas legais.
O caso segue sob investigação, e a família, representada por seu advogado, busca a responsabilização dos envolvidos. O sigilo processual imposto visa garantir a proteção da criança, impedindo a exposição de detalhes e nomes de terceiros. A escola, por sua vez, aguarda comunicação oficial para tomar as providências internas necessárias, caso se confirmem as acusações.





