Os motoristas do SAMU (condutor socorrista) que atuam sob a gestão do Consórcio SIM Noroeste estão organizando uma mobilização para reivindicar recomposição salarial e condições dignas de trabalho. Sem reajuste ou qualquer tipo de correção inflacionária há aproximadamente cinco anos, a categoria já reúne documentação e alerta para o risco iminente de uma paralisação geral.
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A defasagem salarial e a falta do pagamento de ticket-alimentação, também interrompido há meia década, são os principais pilares da insatisfação. De acordo com os representantes, o cenário atual agrava a situação financeira dos profissionais, que exercem papel vital no atendimento de urgência e emergência à população capixaba.
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Cidades que podem ser afetadas
A possível interrupção dos serviços poderá abranger todas as regiões atendidas pelo Consórcio SIM Noroeste, impactando diretamente o socorro médico nos municípios de:
- Águia branca
- Colatina
Baixo Guandu
Marilândia
Governador Lindenberg
São Gabriel da Palha
Pancas
- São Domingos do Norte
Principais Reivindicações
Um documento oficial já detalha as exigências mínimas para que o diálogo avance e a greve seja evitada:
Revisão e recomposição salarial com base nas perdas acumuladas desde 2020.
Implementação de Vale-Alimentação no valor de R$ 40,00 por plantão de 12 horas.
Pagamento de horas extras em substituição ao atual modelo de banco de horas.
Abertura imediata de uma mesa de negociação formal.
O grupo de motoristas estabeleceu um prazo de 10 dias corridos para uma resposta formal do Consórcio. O objetivo central é buscar a valorização de uma categoria que está na linha de frente da saúde pública, garantindo agilidade e segurança no transporte de pacientes em estado crítico.





