Nova Etapa da Operação ‘Fluxo Oculto’ Mira Bens Adquiridos com Dinheiro Ilícito
A Justiça do Tocantins determinou o bloqueio de R$ 2.519.953,22 de dois investigados e duas empresas suspeitas de envolvimento em fraudes contra o setor do agronegócio. A medida, parte da Operação ‘Fluxo Oculto’, visa desarticular uma rede criminosa que utilizava documentos falsos e aplicava golpes em agricultores.
Indícios de Crimes Graves e Ocultação de Patrimônio
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), há fortes indícios de que o montante bloqueado seja proveniente de crimes como falsificação de documentos, estelionato e lavagem de capitais. O delegado responsável pela investigação, Wanderson Queiroz, explicou que o dinheiro era utilizado para a aquisição de bens de alto valor, como imóveis e veículos, em uma tentativa de ocultar sua origem ilícita.
Agricultores e Empresas Vítimas de Esquema Fraudulento
O golpe envolvia a venda de produtos e a celebração de contratos com agricultores que, posteriormente, eram enganados. O investigado atuava como representante comercial, utilizando sua posição para aplicar as fraudes. Além da empresa que foi vítima direta, diversos produtores rurais também foram lesados.
Investigação Transcende Fronteiras Estaduais
Embora os crimes tenham sido orquestrados no Tocantins, a investigação se estendeu ao Maranhão, pois uma das empresas usadas para receber os valores ilícitos possui sede na cidade de Balsas. A polícia segue com as apurações para determinar a extensão completa do prejuízo e identificar outros possíveis envolvidos e vítimas.





