A Prefeitura de Colatina publicou o edital de licitação para a reforma da ponte sobre o Rio Pancas, que conecta os bairros Santa Helena e Mário Giurizatto. A estrutura está totalmente interditada pela Defesa Civil após um incidente em que parte da via cedeu durante a passagem de um caminhão, agravando problemas estruturais que persistiam desde 2018.
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Atualmente, moradores e motoristas utilizam rotas alternativas próximas à BR-259. O processo licitatório, realizado via concorrência eletrônica, receberá propostas até o dia 18 de março de 2026, data prevista para o anúncio da empresa vencedora.
O projeto foca no reforço estrutural e na correção de danos críticos. Segundo o cronograma municipal, após a assinatura da ordem de serviço, o prazo para conclusão da obra é de seis meses. O secretário de Obras, Nilo Locatelli, classificou a intervenção como um avanço para resolver uma demanda histórica da comunidade, visando garantir a segurança e restabelecer o acesso direto entre os bairros.
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O Impacto na Comunidade: A Voz dos Moradores
A interdição da ponte sobre o Rio Pancas alterou drasticamente a rotina de quem vive nos bairros Santa Helena e Mário Giurizatto. Para muitos, a publicação do edital traz um misto de alívio e expectativa após anos de espera.
“A gente vive no improviso desde 2018, mas quando a ponte cedeu de vez com o caminhão, o medo tomou conta. Hoje, para ir ao mercado ou levar as crianças na escola, o caminho ficou muito mais longo e perigoso, já que precisamos sair perto da BR. Esperamos que essa licitação realmente saia do papel no prazo.” — Maria do Carmo, 54 anos, moradora do bairro Santa Helena.
Para os comerciantes locais, a falta da ligação direta também reflete no bolso. A interdição diminuiu o fluxo de pessoas entre as duas comunidades, dificultando o acesso de clientes e fornecedores.
“A ponte não é só um caminho, é o que integra os dois bairros. Sem ela, o movimento caiu e o custo de logística aumentou. O prazo de seis meses para a obra parece longo para quem já espera há anos, mas se o reforço for bem feito e duradouro, como prometido, será a solução definitiva que precisamos.” — Ricardo Nunes, 42 anos, comerciante na região.




