Na tarde de terça-feira (24), parte de uma casa desabou no Centro de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo. Não houve feridos, mas o incidente deixou moradores assustados. O imóvel foi interditado pela Defesa Civil Municipal, que realizou uma vistoria técnica na manhã desta quarta-feira (25).
De acordo com um morador, ele residia sozinho no local desde outubro do ano passado, mas estava com a namorada quando a estrutura cedeu. O homem relatou que os dois ouviram barulhos de paredes rachando e saíram correndo. Em seguida, perceberam o desabamento ao ver um varal, que ficava embaixo da pia, cair.
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Segundo o capitão Scottá, coordenador da Defesa Civil de Colatina, a construção estava irregular. “O proprietário chegou a solicitar a análise do projeto para construir, mas não aguardou a aprovação. Iniciamos nossa avaliação, e, pelo cenário local, os cortes verticais sem proteção estrutural causaram o abalo que levou ao desabamento”, explicou.
O imóvel, que possui duas quitinetes, passava por obras no momento do incidente, mas os pedreiros não estavam no local quando o solo cedeu. A Defesa Civil afirmou que não foi necessário interditar casas vizinhas.
Em nota, a Prefeitura de Colatina informou que a inspeção técnica identificou que o desabamento ocorreu devido a escavações irregulares, realizadas sem licença ambiental e sem projeto aprovado, caracterizando uma obra ilegal.
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Os proprietários do imóvel emitiram uma nota reconhecendo o erro em relação às obras. “Assumimos total responsabilidade”, declararam. Contrariando a versão da Defesa Civil, eles alegaram que a água das encostas, ao longo dos anos, teria criado um vazio subterrâneo sob a casa, causando o desabamento. Afirmaram ainda que estão adotando as medidas técnicas necessárias, com acompanhamento de profissionais, e iniciaram o processo de regularização junto aos órgãos competentes.
Prefeitura de Colatina | Nota na íntegra
A Prefeitura de Colatina informa que, na tarde desta terça-feira (24), parte de uma residência desabou na Rua Santa Maria, no Centro de Colatina. A Defesa Civil foi acionada na manhã de hoje, dia 25/06, e imediatamente foram até o local para realizar vistoria técnica e interditaram a obra por oferecer risco.
Durante a inspeção, foi identificado que a estrutura desabou em decorrência de escavações irregulares realizadas sem licença ambiental e sem projeto aprovado, configurando uma obra totalmente irregular. Técnicos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma), das áreas de fiscalização urbanística e ambiental, também estiveram no local e notificaram o responsável pelo imóvel.
O proprietário será autuado e deverá apresentar os projetos exigidos por lei para regularizar a intervenção junto ao Município. De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Colatina, Capitão Scottá, “a obra foi iniciada sem aprovação de projeto e, por isso, a área foi interditada. A orientação é clara: nenhuma obra deve ser iniciada sem aprovação prévia do projeto junto aos órgãos competentes”.
A Prefeitura de Colatina reforça que todas as obras devem seguir os trâmites legais, incluindo a aprovação de projetos e a emissão de licenças, para garantir a segurança, a ordem urbana e o respeito ao meio ambiente.
Proprietários do imóvel | Nota na íntegra
“Em relação ao fato ocorrido, esclarecemos que reconhecemos o equívoco relativo à obra e, por isso, assumimos total responsabilidade. Ressaltamos que a água proveniente das encostas, ao longo dos anos, abriu um caminho subterrâneo, ocasionando um vazio sob o imóvel citado, razão pela qual, no último dia, parte da parede veio a ceder.
Sempre gratos a Deus, felizmente não houve vítimas nem danos a terceiros. Desde o ocorrido, temos atuado com agilidade e responsabilidade para conter riscos e reparar os danos.
Já estamos providenciando os ajustes técnicos necessários, sob o acompanhamento de profissionais habilitados, e iniciamos o processo de regularização junto aos órgãos competentes para obtenção do alvará e das demais licenças. Reafirmamos nosso compromisso com a segurança local e permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais“.
Na tarde de terça-feira (24), parte de uma casa desabou no Centro de Colatina, no Noroeste do Espírito Santo. Não houve feridos, mas o incidente deixou moradores assustados. O imóvel foi interditado pela Defesa Civil Municipal, que realizou uma vistoria técnica na manhã desta quarta-feira (25).
De acordo com um morador, ele residia sozinho no local desde outubro do ano passado, mas estava com a namorada quando a estrutura cedeu. O homem relatou que os dois ouviram barulhos de paredes rachando e saíram correndo. Em seguida, perceberam o desabamento ao ver um varal, que ficava embaixo da pia, cair.
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Segundo o capitão Scottá, coordenador da Defesa Civil de Colatina, a construção estava irregular. “O proprietário chegou a solicitar a análise do projeto para construir, mas não aguardou a aprovação. Iniciamos nossa avaliação, e, pelo cenário local, os cortes verticais sem proteção estrutural causaram o abalo que levou ao desabamento”, explicou.
O imóvel, que possui duas quitinetes, passava por obras no momento do incidente, mas os pedreiros não estavam no local quando o solo cedeu. A Defesa Civil afirmou que não foi necessário interditar casas vizinhas.
Em nota, a Prefeitura de Colatina informou que a inspeção técnica identificou que o desabamento ocorreu devido a escavações irregulares, realizadas sem licença ambiental e sem projeto aprovado, caracterizando uma obra ilegal.
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Os proprietários do imóvel emitiram uma nota reconhecendo o erro em relação às obras. “Assumimos total responsabilidade”, declararam. Contrariando a versão da Defesa Civil, eles alegaram que a água das encostas, ao longo dos anos, teria criado um vazio subterrâneo sob a casa, causando o desabamento. Afirmaram ainda que estão adotando as medidas técnicas necessárias, com acompanhamento de profissionais, e iniciaram o processo de regularização junto aos órgãos competentes.
Prefeitura de Colatina | Nota na íntegra
A Prefeitura de Colatina informa que, na tarde desta terça-feira (24), parte de uma residência desabou na Rua Santa Maria, no Centro de Colatina. A Defesa Civil foi acionada na manhã de hoje, dia 25/06, e imediatamente foram até o local para realizar vistoria técnica e interditaram a obra por oferecer risco.
Durante a inspeção, foi identificado que a estrutura desabou em decorrência de escavações irregulares realizadas sem licença ambiental e sem projeto aprovado, configurando uma obra totalmente irregular. Técnicos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma), das áreas de fiscalização urbanística e ambiental, também estiveram no local e notificaram o responsável pelo imóvel.
O proprietário será autuado e deverá apresentar os projetos exigidos por lei para regularizar a intervenção junto ao Município. De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Colatina, Capitão Scottá, “a obra foi iniciada sem aprovação de projeto e, por isso, a área foi interditada. A orientação é clara: nenhuma obra deve ser iniciada sem aprovação prévia do projeto junto aos órgãos competentes”.
A Prefeitura de Colatina reforça que todas as obras devem seguir os trâmites legais, incluindo a aprovação de projetos e a emissão de licenças, para garantir a segurança, a ordem urbana e o respeito ao meio ambiente.
Proprietários do imóvel | Nota na íntegra
“Em relação ao fato ocorrido, esclarecemos que reconhecemos o equívoco relativo à obra e, por isso, assumimos total responsabilidade. Ressaltamos que a água proveniente das encostas, ao longo dos anos, abriu um caminho subterrâneo, ocasionando um vazio sob o imóvel citado, razão pela qual, no último dia, parte da parede veio a ceder.
Sempre gratos a Deus, felizmente não houve vítimas nem danos a terceiros. Desde o ocorrido, temos atuado com agilidade e responsabilidade para conter riscos e reparar os danos.
Já estamos providenciando os ajustes técnicos necessários, sob o acompanhamento de profissionais habilitados, e iniciamos o processo de regularização junto aos órgãos competentes para obtenção do alvará e das demais licenças. Reafirmamos nosso compromisso com a segurança local e permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais“.





