Glaupiherle tem dois filhos, um menino e uma menina. Ele responde por dois processos de violência doméstica
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Quem é o empresário preso por estuprar mulheres no ES, veja perfil

Redação Colatina em Ação – 26/10/2019

Glaupiherle tem dois filhos, um menino e uma menina. Ele responde por dois processos de violência doméstica Foto: Reprodução

Respondendo por dois processos pela Lei Maria da Penha e com pedidos de medida protetiva contra ele, Glaupiherle Grasihelo Rocha, 36 anos, tem um histórico de violência.

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Ele, segundo a polícia, estuprou pelo menos oito mulher usando meios cruéis.

Glaupiherle estava atualmente separado e morava em São Francisco, Cariacica, onde foi preso na manhã da última quinta-feira (24). Pai de um menino e uma menina, ele exaltava o amor pelos filhos nas redes sociais.

Ações

Um dos processos que tramita na 5ª Vara Criminal de Cariacica foi feito pela ex-mulher de Glaupiherle, em 2015.

Na época, ela o denunciou por violência doméstica e entrou com um pedido urgente de Medida Protetiva contra o microempresário, com quem ela tem dois filhos.

O segundo processo que Glaupiherle responde foi instaurado há pouco mais de um mês. Conforme o Tribunal de Justiça do Espírito Santo, no dia 16 de setembro, o microempresário foi novamente denunciado por violência doméstica, desta vez por uma jovem de 20 anos.

Lei Maria da Penha

A vítima também possuía medida protetiva contra o suspeito, de acordo com a Lei Maria da Penha.

De acordo com vizinhos, ele era conhecido no bairro, chegou a prestar serviços de frete e como pintor antes de ter o negócio próprio, no ramo de construção civil.

Moradores também relataram que o suspeito costumava ir a festas e ficava agressivo quando bebia. Eles inclusive afirmaram já terem ouvido brigas do microempresário.

Grande Vitória

Quatro mulheres já identificaram Glaupiherle como autor dos estupros, no entanto a polícia acredita que ele tenha feito outras vítimas na Grande Vitória. Na última semana, inclusive, um post alertando mulheres contra um estuprador viralizou nas redes sociais.

Segundo a polícia, a publicação se refere ao microempresário. A informação inicialmente foi negada pela polícia para não atrapalhar as investigações. Fonte: G 1

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