O que começou como uma abordagem de rotina por tráfico de drogas em Marilândia, no Norte do Espírito Santo, revelou um cenário de puro sadismo e crueldade. A Polícia Civil (PCES) concluiu o inquérito contra um homem de 47 anos, preso no bairro Honório Passamani, e os detalhes são de revirar o estômago.
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O suspeito, que já tem uma ficha criminal extensa por homicídio e roubo, não era apenas um traficante. Ele mantinha a própria companheira em um cárcere de horror. Segundo o delegado Leonardo Ávila, a vítima era submetida a torturas medievais: o homem utilizava alicates para arrancar suas unhas, além de causar queimaduras e perfurações pelo corpo dela.
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Ação cinematográfica e resistência No dia da prisão, o criminoso não se entregou fácil. Ao ser flagrado com uma pedra bruta de crack, ele partiu para cima dos policiais, ferindo um militar. A confusão foi tamanha que as forças de segurança precisaram efetuar disparos para conter o agressor.
Agora, além de responder pelo tráfico e pela agressão ao policial, ele foi indiciado por estupro majorado e tortura sob a Lei Maria da Penha. O caso já está nas mãos do Ministério Público, e a cidade respira aliviada com a retirada de circulação de um dos criminosos mais perigosos da região.





