O luxo do bairro Três Barras, em Linhares, ganhou as manchetes policiais nesta semana. Uma operação conjunta entre a EDP e a Polícia Civil desmascarou um esquema de “gato” em uma residência de alto padrão, provando que o crime de furto de energia não escolhe classe social.
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A fiscalização, que contou com peritos criminais e o Departamento de Investigações Criminais (Deic) de Vitória, encontrou uma fraude sofisticada no medidor. O objetivo era claro: desfrutar do conforto de uma mansão pagando apenas uma fração da conta real.
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O preço da “esperteza”
O proprietário não teve escapatória. Foi conduzido à Delegacia Regional de Linhares e agora enfrenta as consequências do Artigo 155 do Código Penal. Além da possibilidade de pegar até 4 anos de reclusão, o prejuízo financeiro será pesado: ele terá que pagar retroativamente toda a energia furtada, além de multas e custos operacionais da EDP.
A distribuidora alerta que esse tipo de fraude, além de criminosa, é uma bomba-relógio. O risco de curto-circuito e incêndios em áreas nobres coloca em perigo não apenas o imóvel fraudado, mas toda a vizinhança. Em todo o Espírito Santo, a tolerância para quem tenta “driblar” o sistema é zero.





