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Aumento da violência contra a mulher no Brasil: números em alta e a urgência de políticas públicas efetivas

O Brasil vive um momento alarmante no enfrentamento da violência contra a mulher

Colatina em Ação por Colatina em Ação
13 de dezembro de 2025
Em Brasil
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Aumento da violência contra a mulher no Brasil: números em alta e a urgência de políticas públicas efetivas - Foto: Reprodução

Aumento da violência contra a mulher no Brasil: números em alta e a urgência de políticas públicas efetivas - Foto: Reprodução

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Relatórios recentes mostram que, apesar de avanços em mecanismos de denúncia e proteção, os índices de feminicídio e outras formas de violência permanecem altos, e em alguns recortes, voltaram a crescer. Especialistas e ativistas alertam que só políticas públicas robustas e integradas (prevenção, acolhimento, responsabilização e autonomia econômica) conseguirão reverter essa tendência.

Veja também: Operação interdita cinco casas noturnas em Colatina

O 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), registrou 1.463 feminicídios em 2023, um crescimento em relação ao ano anterior. Segundo o Ministério das Mulheres, no ano de 2024 foram registrados 1.450 feminicídios em todo o Brasil.

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Para 2025, dados parciais da central de denúncias “Ligue 180” indicam que, de janeiro a julho, foram registrados 86.025 denúncias de violência contra mulheres no país, um aumento de 2,9% em relação ao mesmo período de 2024.

Aumento da violência contra a mulher no Brasil: números em alta e a urgência de políticas públicas efetivas - Foto: Reprodução
Aumento da violência contra a mulher no Brasil: números em alta e a urgência de políticas públicas efetivas – Foto: Reprodução

Por que os números não caem?

A leitura dos dados indica múltiplos fatores:

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  • persistência de padrões culturais de violência de gênero e relações desiguais de poder;
  • lacunas na implementação e financiamento de políticas públicas de proteção (acolhimento, casas de passagem, casas abrigo e rede de atendimento especializada);
  • subnotificação de casos (muitas mulheres não denunciam por medo, dependência econômica ou desconfiança das instituições);
  • falta de articulação intersetorial entre segurança pública, justiça, saúde e assistência social.
  • Esses elementos tornam evidente que a resposta não pode ser apenas policial ou punitiva: é necessária uma rede integrada de prevenção, proteção e promoção da autonomia feminina, do emprego e renda ao acesso à moradia e à educação.

Medidas de políticas públicas que fazem diferença e que especialistas e organizações da sociedade civil indicam como prioritárias:

  • fortalecimento e expansão das Delegacias de Atendimento à Mulher (DEAM) e da rede de serviço Ligue 180, com capacitação e recursos;
  • ampliação das Casas da Mulher Brasileira e redes de abrigo e proteção;
  • programas de autonomia econômica para mulheres em situação de violência;
  • campanhas educativas permanentes nas escolas e comunidades para desconstruir normas de gênero violentas;
  • investigações e punições eficazes para agressores, com garantia de proteção às vítimas.
    A experiência de programas locais e iniciativas bem implementadas mostra que prevenção + acolhimento + responsabilidade do Estado reduzem riscos e salvam vidas.

A atuação de políticas de referência: Adriana Ramalho

No âmbito municipal e de mobilização política, figuras como a ex-vereadora Adriana Ramalho se destacam como referências locais na pauta dos direitos das mulheres. Durante seu mandato na Câmara Municipal de São Paulo, Ramalho teve participação ativa em iniciativas voltadas ao “Direito da Mulher”, à melhoria do atendimento em saúde e à atenção às vítimas de violência. Uma de suas contribuições legislativas mais visíveis foi a proposição que deu origem ao “Agosto Lilás”, mês de conscientização e ações contra a violência doméstica, uma iniciativa que busca articular campanhas, fortalecer redes de atendimento e manter o tema na agenda pública.

Adriana explica: “O Agosto Lilás não é apenas uma data simbólica. É uma ferramenta para salvar vidas, informar as mulheres sobre seus direitos e envolver toda a sociedade no enfrentamento à violência de gênero.”

A atuação de lideranças como Adriana mostra como políticas municipais e campanhas de conscientização são complementares às ações federais e estaduais para prevenção e acolhimento.

O que falta — e o que é urgente

Os números deixam claro que não bastam leis bem formuladas no papel (como a Lei Maria da Penha ou a tipificação do feminicídio): é preciso implementação com orçamento, formação continuada de profissionais (policiais, equipes de saúde, assistentes sociais, judiciário), protocolos de atendimento e canais acessíveis e confiáveis para denúncia. Além disso, políticas estruturais que promovam a autonomia econômica das mulheres como o acesso a trabalho, renda, creches e habitação que reduzem a dependência que muitas vezes prende vítimas a relações violentas.

“A violência contra a mulher é uma realidade alarmante no Brasil.  A autonomia financeira surge, então, como uma ferramenta essencial para romper esse ciclo, e as políticas públicas de apoio e incentivo desempenham um papel fundamental nesse processo”, afirma Adriana Ramalho.

A violência contra a mulher no Brasil continua sendo um problema estrutural e urgente. Os dados recentes mostram que, mesmo com avanços em visibilidade e instrumentos de denúncia, as vidas das mulheres seguem em risco. Para transformar números em queda real e sustentada é preciso que o Estado, as instâncias de cuidado e a sociedade civil atuem de forma articulada, com financiamento adequado, ações de prevenção, redes de acolhimento contínuas e políticas que promovam a autonomia.

Fonte: AL9 Comunicação

Tags: Agosto LilásAutonomia femininacombate à violência de gênerodireitos das mulheresfeminicídioLigue 180Políticas públicassegurança públicaViolência contra a mulher
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