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Os pesque e pague como experiência de lazer ganham força ao unir gastronomia regional, natureza e estrutura completa para um dia tranquilo em família

Modelo cresce no país ao oferecer lazer, gastronomia e memórias afetivas em um único lugar

Colatina em Ação por Colatina em Ação
20 de novembro de 2025
Em Economia
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Os pesque e pague como experiência de lazer ganham força ao unir gastronomia regional, natureza e estrutura completa para um dia tranquilo em família. - Foto: Divulgação Jango Pesque Pague Abrasel

Os pesque e pague como experiência de lazer ganham força ao unir gastronomia regional, natureza e estrutura completa para um dia tranquilo em família. - Foto: Divulgação Jango Pesque Pague Abrasel

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Os pesque e pague ganharam novo protagonismo na rotina de lazer do brasileiro. Antes vistos apenas como locais para pescar e retirar o peixe, esses espaços evoluíram e hoje oferecem experiências completas. A combinação de boa comida, áreas ao ar livre, contato com a natureza e atrações para toda a família criou um modelo que atende ao desejo crescente dos clientes por ambientes que entregam mais significado ao tempo livre.

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Para quem busca fugir da correria urbana, comer bem, relaxar e aproveitar o dia sem pressa, o pesque e pague se tornou um destino desejado. Em várias regiões do país, especialmente no Centro-Oeste, esse tipo de restaurante passou a atrair tanto moradores locais quanto turistas interessados em viver uma experiência que une gastronomia e lazer.

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A pesquisa mais recente da Abrasel revela que o setor de bares e restaurantes enfrenta desafios importantes. Em setembro, 27% dos estabelecimentos registraram prejuízo e 40% não conseguiram reajustar preços de cardápio no último ano. Diante desse cenário, cresce entre os consumidores a busca por experiências completas, que ofereçam mais valor por visita. Entre essas alternativas, o pesque e pague surge como um formato capaz de entregar descanso, sabor e acolhimento no mesmo espaço.

Comida regional, clima familiar e tempo de qualidade

Os pesque e pague ganharam novo protagonismo na rotina de lazer do brasileiro. Foto: Casa Branca Pesque e Pague
Os pesque e pague ganharam novo protagonismo na rotina de lazer do brasileiro. Foto: Casa Branca Pesque e Pague

Os pesque e pague ganharam novo protagonismo na rotina de lazer do brasileiro. Foto: Casa Branca Pesque e Pague

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Na região metropolitana de Cuiabá, o Jango Pesque e Pague mostra como o modelo se consolidou como uma das principais opções de lazer para quem mora na capital mato-grossense. Com natureza abundante ao redor e gastronomia regional como protagonista, o espaço se tornou parte da memória afetiva de diferentes gerações.

“Nosso principal público são as famílias locais. Muitos começaram a vir ao Jango ainda crianças, acompanhando os pais. Depois cresceram, voltaram como adolescentes e hoje frequentam o espaço com os próprios filhos”, conta Jeniffer Figueroa, responsável pelo restaurante.

Além das famílias, o pesque e pague passou a receber grupos de amigos e um número crescente de turistas. A presença do Jango em plataformas como Booking e Hotels.com ampliou a visibilidade do lugar e atraiu visitantes de outras cidades e estados. “Durante grandes eventos, como o show do Guns N’ Roses, vieram turistas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e várias outras regiões. Para muita gente, o Jango virou uma parada obrigatória para comer bem e relaxar”, explica.

A comida é parte essencial da experiência. No Jango Pesque Pague, o cardápio destaca ingredientes e receitas tradicionais de Mato Grosso. A ventresca de pacu frita, o pintado ao molho, o pirarucu, o lambari e a galinhada cuiabana aparecem entre os pratos mais procurados. “Os clientes vêm atrás da comida regional. Querem aquela panela que cozinha devagar, com sabor de casa e tempero que lembra a família. Nosso cardápio tem a alma de Mato Grosso”, afirma Jeniffer.

Mas a experiência do pesque e pague não se limita ao prato. A estrutura inclui rio artificial, piscinas aquecidas, área de sombra, cachoeira, banho de espuma e espaço para pesca esportiva, com grandes exemplares de pintado e pirararara. Quem visita o lugar cria o próprio ritmo do dia. Famílias passam horas pescando, crianças brincam na água e muitos adultos vêm apenas para descansar à beira da natureza.

“Cada pessoa encontra seu jeito de relaxar. Tem quem venha para pescar, tem quem venha pelas piscinas ou pelo banho de espuma e tem quem atravesse a cidade só para comer o nosso pudim famoso. É um ambiente que permite diferentes experiências no mesmo dia”, comenta Jeniffer.

Um dia inteiro em um só lugar: por que o pesque e pague combina com o cliente de hoje

Um dos fatores que explicam o crescimento do pesque e pague é a capacidade de oferecer tempo de qualidade sem exigir longos deslocamentos. Em vez de escolher entre almoço, lazer ou descanso, o cliente encontra tudo concentrado em um único local. Isso facilita a rotina e atende famílias que procuram atividades seguras e descontraídas sem precisar sair da cidade.

O público é diverso. Famílias grandes, casais, jovens pescadores, grupos de amigos, turistas e até pessoas que desejam apenas um almoço mais tranquilo se encontram no mesmo ambiente. A variedade de espaços torna a experiência adaptável a diferentes perfis e idades.

A climatização recente do restaurante ampliou ainda mais o público durante a semana. Segundo Jeniffer, empresários e profissionais passaram a usar o espaço para almoços e reuniões informais. “Foi uma surpresa positiva. O ambiente confortável atraiu pessoas que nunca tinham vindo ao Jango. A comida regional, somada ao clima agradável, cria uma experiência que funciona também para quem vem a trabalho”, afirma.

Outro ponto relevante é o impacto emocional da natureza. Em um cotidiano marcado por telas, trânsito e horários apertados, ter acesso a água, árvores e áreas amplas cria a sensação de pausa e renovação. Muitos clientes relatam que o pesque e pague proporciona uma espécie de “mini viagem” sem precisar sair da região.

Memória afetiva, turismo gastronômico e conexão com a natureza

O pesque e pague se tornou também um destino importante para o turismo gastronômico. Para muitos visitantes, experimentar a culinária local faz parte da viagem. Ao reunir natureza, comida típica e um ambiente que convida à convivência, esse tipo de restaurante se transforma em porta de entrada para a cultura regional.

“O Jango já faz parte da memória afetiva da região. Tem pessoas que moravam aqui, mudaram de cidade e, quando voltam, fazem questão de comer com a gente. Isso mostra o valor emocional desse espaço”, diz Jeniffer.

Além de atrair visitantes, o modelo gera empregos diretos e indiretos, fortalece fornecedores locais e movimenta a economia rural. A operação envolve equipes de cozinha, manutenção de tanques, atendimento, limpeza e recreação, além de produtores que fornecem peixes, hortaliças e outros insumos.

No fim das contas, o pesque e pague cresce porque responde a algo essencial para o cliente de hoje: a vontade de viver um dia tranquilo, rodeado de natureza, com boa comida e momentos que se transformam em lembranças.

Jeniffer resume essa sensação em poucas palavras. “O pesque e pague é um lugar onde cada pessoa encontra o seu jeito de relaxar.”

Tags: abraselBares e Restaurantesexperiência de lazerGastronomia regionalJango Pesque e Paguelazer em famíliamato grossopesque e pagueTurismo gastronômicoTurismo rural
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Jornalista levando informações de Colatina para o mundo.

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