Colatina se mobiliza por Memória, Justiça e Esperança em uma década da tragédia que devastou o Rio Doce.
O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), completa dez anos no dia 5 de novembro, marcando o que é considerado o maior crime ambiental da história do Brasil. Em solidariedade às vítimas e em defesa da recuperação do ecossistema, a cidade de Colatina (ES), profundamente atingida pela lama de rejeitos, sedia a “Caminhada em defesa do Rio Doce e dos Atingidos e Atingidas”.
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O evento, carregado de simbolismo, busca manter viva a memória dos impactos socioambientais, exigir justiça para os responsáveis e acender a esperança na revitalização da bacia.
Detalhes da Mobilização em Colatina
A caminhada será realizada nesta Quarta-feira, 5 de novembro, com a seguinte programação:
- Horário: A partir das 17 horas.
- Local de Concentração e Acolhida: Em frente à Catedral de Colatina.
- 17h00: Acolhida e Ato Ecumênico, um momento de reflexão e união espiritual pelas vítimas e pelo rio.
- 17h30: Início da Caminhada em direção à Praça Sol Poente, localizada em frente à Estação Central.
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A mobilização é um chamado à população para relembrar e denunciar a lentidão e as falhas no processo de reparação, que persistem uma década após o desastre. O Rio Doce, que “chorou” com a chegada da lama tóxica em 2015, continua a ser o símbolo da luta por um meio ambiente saudável e por reparação integral para as comunidades.
Participe: A sua presença é fundamental para dar voz aos atingidos e cobrar as devidas reparações pelo crime que alterou drasticamente a vida de milhares de pessoas e a paisagem do Sudeste brasileiro.
Organização da caminhada: Comissão Justiça e Paz da Diocese de Colatina, Área Pastoral Colatina, CAF, ADAI, MAB, SINTVEST, SISPMC, Sindicato dos Bancários e Sindicato dos Trabalhadores Rurais.




