A simples atitude de lavar as mãos pode evitar milhares de casos de doenças infecciosas todos os anos. A recomendação é reforçada pelo infectologista da Unimed Araxá, Dr. Jerônimo Menezes, que destaca a higiene das mãos como uma das medidas mais eficazes e acessíveis para prevenir infecções respiratórias e intestinais.
Segundo o médico, o hábito — que ganhou ainda mais destaque durante a pandemia de COVID-19 — continua sendo essencial para conter a disseminação de vírus e bactérias em casa, nas escolas e nos hospitais.
“Lavar ou higienizar as mãos salva vidas. É uma atitude simples, mas comprovadamente eficaz na redução de doenças como COVID-19, gripe e infecções intestinais, além de prevenir complicações em ambiente hospitalar”, afirma Dr. Jerônimo.
De acordo com estudos internacionais, aumentar a frequência e a qualidade da higienização pode reduzir em até 40% as infecções respiratórias agudas e em 30% as doenças diarreicas. Em hospitais, onde há maior risco de disseminação de microrganismos resistentes, a prática é considerada a principal forma de prevenção de infecções associadas à assistência à saúde.
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O especialista orienta que a fricção com solução alcoólica entre 60% e 80% é o método mais indicado na maioria dos casos, por ser rápido e eficaz.
“O álcool em gel deve cobrir todas as superfícies das mãos e ser friccionado até completa secagem. Já a lavagem com água e sabão é necessária quando as mãos estão visivelmente sujas, após usar o banheiro, manipular alimentos ou tocar superfícies contaminadas”, explica.
Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, o tempo ideal para a higienização é de 20 segundos, abrangendo palmas, dorsos, polegares, pontas dos dedos e punhos.
Para o infectologista, a mudança de comportamento depende também de campanhas educativas e treinamento contínuo, tanto na área da saúde quanto na população em geral.
“Mais do que um ato de higiene pessoal, lavar as mãos é um gesto de responsabilidade social. Em casa, no trabalho ou no hospital, essa prática protege a si mesmo e toda a comunidade”, conclui Dr. Jerônimo Menezes.





