A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Mantenópolis, concluiu o inquérito que investigava um esquema de fraudes financeiras, estelionato e lavagem de dinheiro que vitimou dezenas de pessoas vulneráveis na região. A principal investigada é uma mulher de 38 anos, proprietária de uma agência bancária, que foi indiciada por diversos crimes.
Leia também: 131 mil licenças de pescadores são suspensas pelo MPA
De acordo com o delegado titular da DP de Mantenópolis, Robson Peixoto, as apurações já identificaram 13 vítimas, em sua maioria pessoas idosas, aposentadas e de baixa escolaridade. Segundo as investigações, a mulher se aproveitava da confiança das vítimas para obter dados pessoais e biométricos sob falsas promessas de restituição de valores do INSS ou de auxílio na contratação de empréstimos.
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“De posse dessas informações, ela realizava múltiplos empréstimos fraudulentos em nome das vítimas, em valores muito superiores aos eventualmente consentidos, e desviava os montantes para suas próprias contas”, afirmou o delegado.
A análise financeira conduzida durante o inquérito apontou que a investigada movimentou R$ 2.013.116,25 em suas contas. Apenas em relação às vítimas já identificadas, o prejuízo financeiro foi estimado em R$ 158.513,37.
Com base no relatório final, a mulher foi indiciada por falsidade ideológica, estelionato qualificado por fraude eletrônica, furto qualificado por fraude eletrônica, apropriação e desvio de rendimentos de pessoa idosa e lavagem de capitais.
Segundo a Polícia Civil, os crimes envolviam desde a inserção de informações falsas em sistemas bancários até a transferência indevida de valores das contas das vítimas para contas pessoais, além da movimentação de recursos em casas de apostas on-line e repasses a familiares.
“Foi um trabalho investigativo complexo, que exigiu dedicação máxima de toda a equipe. Descobrimos um esquema cruel que tirava o sustento de pessoas que trabalharam a vida inteira, deixando-as em situação de extrema dificuldade para arcar com despesas básicas, como alimentação e remédios”, destacou o delegado Robson Peixoto.
Ele acrescentou portanto que, embora o inquérito tenha sido concluído, as apurações devem continuar para identificar novas vítimas e aprofundar a análise de outros possíveis envolvidos.
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Mantenópolis, concluiu o inquérito que investigava um esquema de fraudes financeiras, estelionato e lavagem de dinheiro que vitimou dezenas de pessoas vulneráveis na região. A principal investigada é uma mulher de 38 anos, proprietária de uma agência bancária, que foi indiciada por diversos crimes.
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De acordo com o delegado titular da DP de Mantenópolis, Robson Peixoto, as apurações já identificaram 13 vítimas, em sua maioria pessoas idosas, aposentadas e de baixa escolaridade. Segundo as investigações, a mulher se aproveitava da confiança das vítimas para obter dados pessoais e biométricos sob falsas promessas de restituição de valores do INSS ou de auxílio na contratação de empréstimos.
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“De posse dessas informações, ela realizava múltiplos empréstimos fraudulentos em nome das vítimas, em valores muito superiores aos eventualmente consentidos, e desviava os montantes para suas próprias contas”, afirmou o delegado.
A análise financeira conduzida durante o inquérito apontou que a investigada movimentou R$ 2.013.116,25 em suas contas. Apenas em relação às vítimas já identificadas, o prejuízo financeiro foi estimado em R$ 158.513,37.
Com base no relatório final, a mulher foi indiciada por falsidade ideológica, estelionato qualificado por fraude eletrônica, furto qualificado por fraude eletrônica, apropriação e desvio de rendimentos de pessoa idosa e lavagem de capitais.
Segundo a Polícia Civil, os crimes envolviam desde a inserção de informações falsas em sistemas bancários até a transferência indevida de valores das contas das vítimas para contas pessoais, além da movimentação de recursos em casas de apostas on-line e repasses a familiares.
“Foi um trabalho investigativo complexo, que exigiu dedicação máxima de toda a equipe. Descobrimos um esquema cruel que tirava o sustento de pessoas que trabalharam a vida inteira, deixando-as em situação de extrema dificuldade para arcar com despesas básicas, como alimentação e remédios”, destacou o delegado Robson Peixoto.
Ele acrescentou portanto que, embora o inquérito tenha sido concluído, as apurações devem continuar para identificar novas vítimas e aprofundar a análise de outros possíveis envolvidos.





