Na manhã do último domingo (7), a Diocese de Colatina em conjunto com movimentos sociais organizados e igrejas de outras denominações, realizou o 31º Grito dos Excluídos e Excluídas, manifestação nacional realizada tradicionalmente no Dia da Independência do Brasil. O ato, de caráter pacífico, teve como objetivo chamar a atenção para pautas sociais como fome, desemprego, falta de moradia, racismo e violência.
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A concentração ocorreu às 8h30, na Praça São Vicente, no bairro São Vicente, em Colatina. O percurso seguiu pela Rua Luís Scortegna, Avenida das Nações e Avenida Getúlio Vargas, até a Praça da Catedral, com encerramento por volta das 11h30.
O evento foi marcado por falas em defesa da dignidade humana e dos direitos sociais. Em discurso, o padre Marinaldo Serafim, coordenador de Pastoral da Diocese, destacou que o movimento busca dar visibilidade aos grupos em situação de vulnerabilidade, como trabalhadores explorados, povos indígenas, mulheres vítimas de violência, jovens da periferia e famílias sem moradia ou acesso a direitos básicos.
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Para o religioso, o Grito dos Excluídos é também uma manifestação de fé e compromisso social. Ele ressaltou que a ação não se limita ao protesto, mas propõe alternativas para a construção de uma sociedade mais justa, como uma economia voltada à vida, uma política que priorize o povo e comunidades mais abertas e inclusivas.
Com o lema de resistência e esperança, a edição deste ano reafirmou que independência não deve ser privilégio de poucos, mas um direito de todos os cidadãos.





