O Conselho Municipal de Saúde de Colatina (ES) deu início ao processo de discussão sobre a aplicação de aproximadamente R$ 43 milhões que o município tem previsão de receber entre 2025 e 2026. Os valores são parte do acordo de repactuação dos recursos destinados às áreas afetadas pelo caso do Rio Doce.
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Conforme determina a legislação, a definição sobre o uso desses recursos depende obrigatoriamente de participação social e da aprovação do Conselho de Saúde. A ausência desse processo foi a razão pela qual o Ministério da Saúde rejeitou uma proposta inicial encaminhada pela prefeitura.
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Em reunião extraordinária realizada no último dia 27 de agosto, conselheiros e representantes de comunidades atingidas optaram por estender o prazo para debates, alterações e ajustes na proposta original do Executivo municipal. A decisão tem como objetivo assegurar que as demandas da população sejam ouvidas e integralmente consideradas no plano final.
Com apoio da Associação de Defesa Ambiental e Interestadual (Adai), as reivindicações já coletadas nos territórios serão organizadas e incorporadas oficialmente ao processo de discussão, que deve continuar ao longo de setembro. Uma nova proposta deverá ser apresentada e submetida à apreciação do Conselho até o final do mês.





