A Justiça do Espírito Santo acolheu a denúncia do Ministério Público Estadual (MPES) contra 12 pessoas acusadas de envolvimento no assassinato do vereador Leomar Cazotti Mandato (PV), de 43 anos. O crime ocorreu no município de Governador Lindenberg, na região Noroeste do Estado. Com a decisão, todos os citados passam agora à condição de réus em ação penal que apura o homicídio.
Leia também: Governador Lindenberg: investigado por matar vereador é preso em SP
As investigações resultaram em duas operações policiais realizadas em maio e julho deste ano. Até o momento, cinco pessoas estavam presas. Dessas, quatro tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas pela juíza Roberta Holanda de Almeida, da 1ª Vara Criminal de Colatina, em decisão proferida na última sexta-feira (25).
Os réus que passam a cumprir prisão preventiva são:
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Warley Casagrande Nascimento
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Maycon Oliveira Trarbach
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Leandro Ferreira de Melo
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José Augusto Ferreira de Melo
Leia também: Suspeitos de assassinar vereador Leomar Cazoti em Governador Lindenberg são presos
Dos quatro, apenas Leandro está custodiado fora do Espírito Santo, em São Carlos (SP). Os demais permanecem detidos no sistema prisional capixaba.
O MPES também pediu a prisão preventiva de Reinaldo de Oliveira, mas o pedido foi negado pela magistrada. Ela entendeu que “pontos fundamentais da suposta participação de Reinaldo nos fatos carecem de maiores esclarecimentos”.
Leia também: Vereador Leomar Mandato é assassinado em Governador Lindenberg
Outros oito réus responderão ao processo em liberdade, mediante cumprimento de medidas cautelares. São eles:
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Reinaldo de Oliveira
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Gleydstone Oliveira Rodrigues do Amaral
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Sérgio Soares Rodrigues
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Leonardo Lima Trarbach
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Flávio Trarbach
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Leopoldo do Rosário Hammer
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Wagner Oliveira Goes
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Guilherme Koehler Endlich

Leomar Cazotti Mandato, vereador morto em Governador Lindenberg Crédito: Câmara de Governador Lindenberg
Entre as medidas impostas pela Justiça estão a proibição de comparecer a comícios e eventos políticos, a obrigação de se apresentar mensalmente em juízo, e a vedação de contato com testemunhas e outros acusados que não sejam parentes. Os réus também não podem deixar a cidade sem autorização judicial.
Segundo o MPES, Maycon Oliveira Trarbach teria atuado como coordenador logístico do crime, com o apoio de Warley Casagrande Nascimento e Reinaldo de Oliveira no planejamento. Já Leandro Ferreira de Melo e José Augusto Ferreira de Melo são apontados como executores do homicídio. O envolvimento dos demais denunciados não foi detalhado na decisão judicial.
Na análise que fundamenta a conversão das prisões em preventivas, a juíza destacou indícios da participação direta dos acusados, como registros telefônicos de Maycon com outros investigados antes e depois do crime, além de dados de geolocalização compatíveis com deslocamentos entre a Grande Vitória e Governador Lindenberg. Também foram citadas a tentativa de Warley de ocultar sua arma de fogo, o reconhecimento de Leandro e José Augusto por testemunhas oculares e a possível ligação de Leandro com a motocicleta utilizada na execução do crime.
A Justiça do Espírito Santo acolheu a denúncia do Ministério Público Estadual (MPES) contra 12 pessoas acusadas de envolvimento no assassinato do vereador Leomar Cazotti Mandato (PV), de 43 anos. O crime ocorreu no município de Governador Lindenberg, na região Noroeste do Estado. Com a decisão, todos os citados passam agora à condição de réus em ação penal que apura o homicídio.
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As investigações resultaram em duas operações policiais realizadas em maio e julho deste ano. Até o momento, cinco pessoas estavam presas. Dessas, quatro tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas pela juíza Roberta Holanda de Almeida, da 1ª Vara Criminal de Colatina, em decisão proferida na última sexta-feira (25).
Os réus que passam a cumprir prisão preventiva são:
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Warley Casagrande Nascimento
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Maycon Oliveira Trarbach
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Leandro Ferreira de Melo
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José Augusto Ferreira de Melo
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Dos quatro, apenas Leandro está custodiado fora do Espírito Santo, em São Carlos (SP). Os demais permanecem detidos no sistema prisional capixaba.
O MPES também pediu a prisão preventiva de Reinaldo de Oliveira, mas o pedido foi negado pela magistrada. Ela entendeu que “pontos fundamentais da suposta participação de Reinaldo nos fatos carecem de maiores esclarecimentos”.
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Outros oito réus responderão ao processo em liberdade, mediante cumprimento de medidas cautelares. São eles:
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Reinaldo de Oliveira
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Gleydstone Oliveira Rodrigues do Amaral
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Sérgio Soares Rodrigues
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Leonardo Lima Trarbach
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Flávio Trarbach
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Leopoldo do Rosário Hammer
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Wagner Oliveira Goes
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Guilherme Koehler Endlich

Leomar Cazotti Mandato, vereador morto em Governador Lindenberg Crédito: Câmara de Governador Lindenberg
Entre as medidas impostas pela Justiça estão a proibição de comparecer a comícios e eventos políticos, a obrigação de se apresentar mensalmente em juízo, e a vedação de contato com testemunhas e outros acusados que não sejam parentes. Os réus também não podem deixar a cidade sem autorização judicial.
Segundo o MPES, Maycon Oliveira Trarbach teria atuado como coordenador logístico do crime, com o apoio de Warley Casagrande Nascimento e Reinaldo de Oliveira no planejamento. Já Leandro Ferreira de Melo e José Augusto Ferreira de Melo são apontados como executores do homicídio. O envolvimento dos demais denunciados não foi detalhado na decisão judicial.
Na análise que fundamenta a conversão das prisões em preventivas, a juíza destacou indícios da participação direta dos acusados, como registros telefônicos de Maycon com outros investigados antes e depois do crime, além de dados de geolocalização compatíveis com deslocamentos entre a Grande Vitória e Governador Lindenberg. Também foram citadas a tentativa de Warley de ocultar sua arma de fogo, o reconhecimento de Leandro e José Augusto por testemunhas oculares e a possível ligação de Leandro com a motocicleta utilizada na execução do crime.





