Nesta quinta-feira, 3 de julho de 2025, a Igreja Católica do Espírito Santo celebra com alegria e gratidão os 60 anos de ordenação sacerdotal de um de seus mais notáveis presbíteros: o monsenhor Rubens Duque. Aos 91 anos de idade e com uma trajetória de dedicação integral ao Evangelho, ele é reconhecido como uma das principais referências eclesiásticas do estado, especialmente na Diocese de Colatina, onde ajudou a lançar as bases da vida pastoral, formativa e administrativa.
Raízes, vocação e formação
Natural de Itaguaçu (ES), Rubens Duque nasceu em 2 de abril de 1934. Filho de Pedro Duque e Maria Prederigo Duque, mudou-se ainda criança com a família para a comunidade de Santa Rosa, em Baixo Guandu. Aos 15 anos, foi morar com o padre Alonso Leite, na sede do município, para estudar, e foi nesse ambiente que despertou sua vocação religiosa.
A formação acadêmica do sacerdote foi sólida e extensa. Estudou no Seminário Menor Nossa Senhora da Penha, em Vitória, e no Seminário Maior Coração Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte. É bacharel em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco, de São João Del-Rei (MG), e mestre em Teologia Espiritual pelo Instituto Teresianum, em Roma, onde estudou entre 1988 e 1990.
Foi ordenado sacerdote em 3 de julho de 1965, na Catedral de Vitória, por dom João Batista da Motta e Albuquerque.
Antes da criação da Diocese de Colatina
Antes da criação da Diocese de Colatina, Monsenhor Duque desempenhou diversas funções de destaque na Arquidiocese de Vitória. Foi reitor do Seminário Médio Nossa Senhora da Penha (1965-1969), coadjutor em Viana e Nova Almeida, diretor da Cáritas Arquidiocesana (1965), e vigário em várias paróquias, como Bom Pastor (Campo Grande), Ressurreição (Goiabeiras), Nossa Senhora da Conceição (Linhares) e São Pedro (Vila Rubim). Também atuou como procurador da Mitra, coordenador de pastoral, cônego do cabido arquidiocesano, diretor e professor do IFTAV, além de membro de diversos conselhos e comissões da Arquidiocese.
Pilar da Diocese de Colatina
Em 1990, ao retornar de Roma, encontrou o Espírito Santo prestes a ganhar uma nova diocese. O então bispo nomeado, dom Geraldo Lyrio Rocha, seu antigo colega de seminário, o convidou para integrar a equipe responsável por implantar a Diocese de Colatina. Em agosto daquele ano, o padre Rubens optou oficialmente por integrar o clero colatinense, onde exerceu papel determinante.
Na nova diocese, foi nomeado vigário geral (cargo que ocupou por mais de duas décadas), pároco da Catedral de Colatina (1990-1998), e exerceu funções estratégicas como procurador da Mitra Diocesana, diretor espiritual, coordenador da pastoral vocacional, membro dos principais conselhos diocesanos e administrador diocesano durante período de sede vacante (2002-2003).
Monsenhor Duque também contribuiu profundamente para a formação presbiteral. Foi reitor do Seminário Diocesano Maria, Mãe da Igreja (1999-2005), dirigiu espiritualmente seminaristas da Diocese de São Mateus e ajudou a formar mais de cem padres ao longo de sua vida, sendo um dos fundadores e professores do Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória (IFTAV).
Atuação paroquial e reconhecimentos
Mesmo após décadas de serviços prestados, o sacerdote continuou ativo no serviço paroquial. Atuou como pároco e vigário em diversas comunidades da Diocese de Colatina, incluindo as paróquias de Coqueiral (Aracruz), Nossa Senhora da Glória (Colatina) e Nossa Senhora da Conceição (Linhares).
O título de “monsenhor“, concedido pelo Papa como reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à Igreja, é mais uma honraria que se soma ao legado de Rubens Duque — considerado hoje a “memória viva” da Diocese de Colatina.
Testemunho e inspiração
Com uma vida marcada pela fé, serviço e compromisso com o Reino de Deus, Monsenhor Rubens Duque é exemplo de fidelidade vocacional. Seu testemunho inspira sacerdotes, seminaristas e fiéis a trilharem um caminho de amor à Igreja, generosidade e dedicação pastoral.
A Diocese de Colatina se une em oração e reconhecimento pelos 60 anos de sacerdócio deste servo fiel. Que Deus continue a abençoar sua vida e missão. Parabéns, Monsenhor Duque!


Nesta quinta-feira, 3 de julho de 2025, a Igreja Católica do Espírito Santo celebra com alegria e gratidão os 60 anos de ordenação sacerdotal de um de seus mais notáveis presbíteros: o monsenhor Rubens Duque. Aos 91 anos de idade e com uma trajetória de dedicação integral ao Evangelho, ele é reconhecido como uma das principais referências eclesiásticas do estado, especialmente na Diocese de Colatina, onde ajudou a lançar as bases da vida pastoral, formativa e administrativa.
Raízes, vocação e formação
Natural de Itaguaçu (ES), Rubens Duque nasceu em 2 de abril de 1934. Filho de Pedro Duque e Maria Prederigo Duque, mudou-se ainda criança com a família para a comunidade de Santa Rosa, em Baixo Guandu. Aos 15 anos, foi morar com o padre Alonso Leite, na sede do município, para estudar, e foi nesse ambiente que despertou sua vocação religiosa.
A formação acadêmica do sacerdote foi sólida e extensa. Estudou no Seminário Menor Nossa Senhora da Penha, em Vitória, e no Seminário Maior Coração Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte. É bacharel em Filosofia pela Faculdade Dom Bosco, de São João Del-Rei (MG), e mestre em Teologia Espiritual pelo Instituto Teresianum, em Roma, onde estudou entre 1988 e 1990.
Foi ordenado sacerdote em 3 de julho de 1965, na Catedral de Vitória, por dom João Batista da Motta e Albuquerque.
Antes da criação da Diocese de Colatina
Antes da criação da Diocese de Colatina, Monsenhor Duque desempenhou diversas funções de destaque na Arquidiocese de Vitória. Foi reitor do Seminário Médio Nossa Senhora da Penha (1965-1969), coadjutor em Viana e Nova Almeida, diretor da Cáritas Arquidiocesana (1965), e vigário em várias paróquias, como Bom Pastor (Campo Grande), Ressurreição (Goiabeiras), Nossa Senhora da Conceição (Linhares) e São Pedro (Vila Rubim). Também atuou como procurador da Mitra, coordenador de pastoral, cônego do cabido arquidiocesano, diretor e professor do IFTAV, além de membro de diversos conselhos e comissões da Arquidiocese.
Pilar da Diocese de Colatina
Em 1990, ao retornar de Roma, encontrou o Espírito Santo prestes a ganhar uma nova diocese. O então bispo nomeado, dom Geraldo Lyrio Rocha, seu antigo colega de seminário, o convidou para integrar a equipe responsável por implantar a Diocese de Colatina. Em agosto daquele ano, o padre Rubens optou oficialmente por integrar o clero colatinense, onde exerceu papel determinante.
Na nova diocese, foi nomeado vigário geral (cargo que ocupou por mais de duas décadas), pároco da Catedral de Colatina (1990-1998), e exerceu funções estratégicas como procurador da Mitra Diocesana, diretor espiritual, coordenador da pastoral vocacional, membro dos principais conselhos diocesanos e administrador diocesano durante período de sede vacante (2002-2003).
Monsenhor Duque também contribuiu profundamente para a formação presbiteral. Foi reitor do Seminário Diocesano Maria, Mãe da Igreja (1999-2005), dirigiu espiritualmente seminaristas da Diocese de São Mateus e ajudou a formar mais de cem padres ao longo de sua vida, sendo um dos fundadores e professores do Instituto de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Vitória (IFTAV).
Atuação paroquial e reconhecimentos
Mesmo após décadas de serviços prestados, o sacerdote continuou ativo no serviço paroquial. Atuou como pároco e vigário em diversas comunidades da Diocese de Colatina, incluindo as paróquias de Coqueiral (Aracruz), Nossa Senhora da Glória (Colatina) e Nossa Senhora da Conceição (Linhares).
O título de “monsenhor“, concedido pelo Papa como reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à Igreja, é mais uma honraria que se soma ao legado de Rubens Duque — considerado hoje a “memória viva” da Diocese de Colatina.
Testemunho e inspiração
Com uma vida marcada pela fé, serviço e compromisso com o Reino de Deus, Monsenhor Rubens Duque é exemplo de fidelidade vocacional. Seu testemunho inspira sacerdotes, seminaristas e fiéis a trilharem um caminho de amor à Igreja, generosidade e dedicação pastoral.
A Diocese de Colatina se une em oração e reconhecimento pelos 60 anos de sacerdócio deste servo fiel. Que Deus continue a abençoar sua vida e missão. Parabéns, Monsenhor Duque!


