Três filhotes de saíra-apunhalada (Nemosia rourei), espécie considerada criticamente ameaçada de extinção, nasceram na Reserva Kaetés, localizada no distrito de Limoeiro, em Castelo, região Sul do Espírito Santo. A descoberta, registrada por pesquisadores da reserva, representa um avanço significativo para a preservação da espécie, cuja população selvagem conhecida é estimada em menos de 20 indivíduos. Os nascimentos ocorreram durante a atual temporada reprodutiva, que se estende até março, e reforçam os esforços de conservação realizados desde 2020.
A equipe de pesquisadores, que monitorava apenas dois indivíduos na área, surpreendeu-se ao encontrar seis aves, incluindo os três filhotes. “Foi uma grata surpresa. Ver um pássaro alimentando outro foi emocionante e confirmou que todo o trabalho pesado valeu a pena”, comemorou Victor Vale, supervisor do Programa de Conservação da Saíra-apunhalada. A espécie, endêmica do Espírito Santo, é uma das mais raras do mundo e depende de ações urgentes para evitar sua extinção.

A saíra-apunhalada, conhecida pela plumagem vermelha na garganta, habita exclusivamente áreas de Mata Atlântica no estado. Desde 2020, o Instituto Marcos Daniel, responsável pela Reserva Kaetés, tem implementado medidas para proteger o habitat, monitorar a população e promover a reprodução da espécie. “Cada novo nascimento é um marco e um reflexo direto do esforço coletivo para salvar essa ave única”, destacou Marcelo Renan Santos, coordenador do programa.
A Reserva Kaetés, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com aproximadamente 700 hectares, foi criada especificamente para proteger a saíra-apunhalada e outras 22 espécies ameaçadas da Mata Atlântica, como o sagui-da-serra-claro e a araponga. Além de ser um refúgio para a biodiversidade, a reserva também promove o turismo de observação de aves, oferecendo visitas guiadas e abrigando a maior torre de observação da Mata Atlântica.
A descoberta dos filhotes reforça a importância de iniciativas de conservação e engajamento comunitário. “Garantir a reprodução da espécie na natureza e proteger seu habitat são passos essenciais para evitar sua extinção”, ressaltou Santos. O programa conta com o apoio de organizações como Rainforest Trust, World Land Trust, American Bird Conservancy, Alupar e Vale.
A Reserva Kaetés, administrada pelo Instituto Marcos Daniel, está localizada na zona rural de Braço do Sul, em Castelo, e continua a ser um exemplo de como a ciência, a conservação e a educação ambiental podem trabalhar juntas para salvar espécies à beira da extinção.
Ficha Técnica:
- Reserva: RPPN Reserva Kaetés
- Propriedade: Instituto Marcos Daniel (IMD)
- Localização: Zona Rural, Braço do Sul, distrito de Limoeiro, Castelo, ES
- Realização: PCSA e Instituto Marcos Daniel
- Apoio: Rainforest Trust, World Land Trust, American Bird Conservancy, Alupar e Vale
- Fonte: Instituto Marcos Daniel
Três filhotes de saíra-apunhalada (Nemosia rourei), espécie considerada criticamente ameaçada de extinção, nasceram na Reserva Kaetés, localizada no distrito de Limoeiro, em Castelo, região Sul do Espírito Santo. A descoberta, registrada por pesquisadores da reserva, representa um avanço significativo para a preservação da espécie, cuja população selvagem conhecida é estimada em menos de 20 indivíduos. Os nascimentos ocorreram durante a atual temporada reprodutiva, que se estende até março, e reforçam os esforços de conservação realizados desde 2020.
A equipe de pesquisadores, que monitorava apenas dois indivíduos na área, surpreendeu-se ao encontrar seis aves, incluindo os três filhotes. “Foi uma grata surpresa. Ver um pássaro alimentando outro foi emocionante e confirmou que todo o trabalho pesado valeu a pena”, comemorou Victor Vale, supervisor do Programa de Conservação da Saíra-apunhalada. A espécie, endêmica do Espírito Santo, é uma das mais raras do mundo e depende de ações urgentes para evitar sua extinção.

A saíra-apunhalada, conhecida pela plumagem vermelha na garganta, habita exclusivamente áreas de Mata Atlântica no estado. Desde 2020, o Instituto Marcos Daniel, responsável pela Reserva Kaetés, tem implementado medidas para proteger o habitat, monitorar a população e promover a reprodução da espécie. “Cada novo nascimento é um marco e um reflexo direto do esforço coletivo para salvar essa ave única”, destacou Marcelo Renan Santos, coordenador do programa.
A Reserva Kaetés, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com aproximadamente 700 hectares, foi criada especificamente para proteger a saíra-apunhalada e outras 22 espécies ameaçadas da Mata Atlântica, como o sagui-da-serra-claro e a araponga. Além de ser um refúgio para a biodiversidade, a reserva também promove o turismo de observação de aves, oferecendo visitas guiadas e abrigando a maior torre de observação da Mata Atlântica.
A descoberta dos filhotes reforça a importância de iniciativas de conservação e engajamento comunitário. “Garantir a reprodução da espécie na natureza e proteger seu habitat são passos essenciais para evitar sua extinção”, ressaltou Santos. O programa conta com o apoio de organizações como Rainforest Trust, World Land Trust, American Bird Conservancy, Alupar e Vale.
A Reserva Kaetés, administrada pelo Instituto Marcos Daniel, está localizada na zona rural de Braço do Sul, em Castelo, e continua a ser um exemplo de como a ciência, a conservação e a educação ambiental podem trabalhar juntas para salvar espécies à beira da extinção.
Ficha Técnica:
- Reserva: RPPN Reserva Kaetés
- Propriedade: Instituto Marcos Daniel (IMD)
- Localização: Zona Rural, Braço do Sul, distrito de Limoeiro, Castelo, ES
- Realização: PCSA e Instituto Marcos Daniel
- Apoio: Rainforest Trust, World Land Trust, American Bird Conservancy, Alupar e Vale
- Fonte: Instituto Marcos Daniel





