O Espírito Santo celebrou seus melhores cafés na terceira edição do Prêmio de Cafés Especiais, com destaque para a categoria conilon, vencida por Ormindo Francisco Nandorf, da Fazenda Chité Pedreiras, em Santa Teresa. Com uma nota recorde de 92,88, Nandorf liderou o pódio, seguido por José Braz Ortelan (91,08) e Robson Bastianello (90,75). Na categoria arábica, o primeiro lugar foi conquistado por Marcos Antônio Costa, da Fazenda Córrego Pinheiros, em Brejetuba, com a nota 92,79, acompanhado de Vagner Uliana (90,08) e Assildo Dias da Silveira (89,75).
Além da qualidade, o prêmio também reconheceu práticas sustentáveis. No arábica, Luciano Dutra Pimenta, de Afonso Cláudio, foi o vencedor com a nota 86,73. Já no conilon, Jarlete da Penha Sôtelle, de Santa Teresa, liderou com a pontuação de 94,36.
Valorização do café capixaba
Os vencedores foram anunciados em uma cerimônia no Palácio Anchieta, em Vitória, e premiados com valores entre R$ 2 mil e R$ 30 mil. Os finalistas passaram por uma avaliação sensorial na Semana Internacional do Café e por auditorias do Incaper, que verificou o cumprimento de práticas sustentáveis.
O governador Renato Casagrande destacou o bom desempenho do café capixaba em 2024, que se tornou o principal produto do agronegócio estadual ao superar a celulose em exportações. Casagrande mencionou a redução da alíquota do ICMS no conilon e a importância do acordo Mercosul-União Europeia para ampliar os mercados internacionais.
O secretário de Agricultura, Enio Bergoli, ressaltou que a premiação aumenta a visibilidade do café no mercado, atraindo consumidores exigentes e compradores internacionais.
O Espírito Santo se consolidou como o maior produtor e exportador de café conilon do Brasil, exportando mais de 6 milhões de sacas em grãos nos primeiros dez meses de 2024.
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