Colatina em Ação
  • Inicio
  • Brasil
  • Cultura
  • Educação
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Fale conosco
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Colatina em Ação
  • Inicio
  • Brasil
  • Cultura
  • Educação
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Fale conosco
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Colatina em Ação
Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
Pague sua passagem usando o PIX Pague sua passagem usando o PIX Pague sua passagem usando o PIX
Inicio Saúde

Empresa paulista desenvolve tecido capaz de eliminar o novo coronavírus por contato

Colatina em Ação por Colatina em Ação
17 de junho de 2020
Em Saúde
58 4
0
Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares (imagem: Nanox/divulgação)

Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares (imagem: Nanox/divulgação)

74
COMPARTILHAMENTOS
1.2k
VISUALIZAÇÕES
Compartilhar no FacebookCompartilhar no Twitter

Portal Colatina em Ação – 17/06/2020

Em testes de laboratório, material inativou em dois minutos 99,9% da quantidade de SARS-CoV-2; tecnologia desenvolvida por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP será usada na produção de máscaras de proteção e roupas hospitalares (imagem: Nanox/divulgação)

Elton Alisson | Agência FAPESP – Pesquisadores da empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE); desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o coronavírus SARS-CoV-2.

Em testes de laboratório, o material foi capaz de eliminar 99,9% da quantidade do vírus após dois minutos de contato.

O desenvolvimento do material teve a colaboração de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), da Universitat Jaume I, da Espanha; e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP.

“Já entramos com o pedido de depósito de patente da tecnologia e temos parcerias com duas tecelagens no Brasil que irão utilizá-la para a fabricação de máscaras de proteção e roupas hospitalares”; conforme diz à Agência FAPESP Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

# # #

Leia também …. Vacina contra coronavírus “não será cara”, promete Universidade de Oxford

Indústrias têxteis

O tecido é composto por uma mistura de poliéster e de algodão (polycotton) e contém dois tipos de micropartículas de prata impregnadas na superfície por meio de um processo de imersão; seguido então de secagem e fixação, chamado pad-dry-cure.

A Nanox já fornecia para indústrias têxteis e de diversos outros segmentos essas micropartículas; que apresentam atividade antibacteriana e fungicida, e em tecidos evitam a proliferação de fungos e bactérias causadoras de maus odores (leia mais em agencia.fapesp.br/30037/).

Com o surgimento do novo coronavírus e a chegada da pandemia no Brasil; os pesquisadores da empresa tiveram a ideia de avaliar se esses materiais também eram capazes de inativar o SARS-CoV-2; uma vez que já havia sido demonstrado em trabalhos científicos a ação contra alguns tipos de vírus.

Crescidos em células

Para realizar os ensaios, a empresa se associou ena pesquisadores do ICB-USP, que conseguiram logo no início da epidemia então o Brasil isolar e cultivar em laboratório o SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein (leia mais em agencia.fapesp.br/32692/).

Leia também …. Vacina contra coronavírus “não será cara”, promete Universidade de Oxford

Amostras de tecido com e sem micropartículas de prata incorporadas na superfície foram caracterizadas por pesquisadores da Universitat Jaume I e do CDMF por espectroscopia e colocadas em tubos contendo uma solução com grandes quantidades de SARS-CoV-2, crescidos em células.

As amostras foram mantidas em contato direto com os vírus em intervalos de tempo diferentes, de dois e cinco minutos, para avaliar afinal a atividade antiviral.

Os experimentos foram feitos duas vezes, em dois dias diferentes e por dois grupos diferentes de pesquisadores; de modo que a análise dos resultados fosse feita então de forma cega.

Presente nas células

Os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram que as amostras de tecido com diferentes micropartículas de prata incorporadas na superfície inativaram 99,9%; das cópias do novo coronavírus presentes nas células após dois e cinco minutos de contato.

Leia também ….. Reino Unido fara testes de uma vacina experimental contra o novo coronavírus

“A quantidade de vírus que colocamos nos tubos em contato com o tecido é muito superior à que uma máscara de proteção é exposta e, mesmo assim; o material foi capaz de eliminar o vírus com essa eficácia”; conforme diz Lucio Freitas Junior, pesquisador do laboratório de biossegurança de nível 3 (NB3) do ICB-USP.

“É como se uma máscara de proteção feita com o tecido recebesse um balde de partículas contendo o vírus e ficasse encharcada”, comparou o pesquisador.

Além de testes para avaliação da atividade antiviral, antimicrobiana e fungicida, o material também passou por ensaios para avaliação do potencial alérgico; fotoirritante e fotossensível, para eliminar assim o risco de causar problemas dermatológicos.

Aplicação em outros materiais

A empresa pretende avaliar agora a duração do efeito antiviral das micropartículas no tecido. Em testes relacionados à propriedade bactericida, os materiais foram capazes de controlar fungos e bactérias em tecidos mesmo após 30 lavagens, afirma Simões.

“Como o material apresenta essa propriedade bactericida mesmo após 30 lavagens, provavelmente mantém a atividade antiviral por esse mesmo tempo”, conforme estima.

Primeiro resultado

De acordo com o pesquisador, as micropartículas podem ser aplicadas em qualquer tecido composto por uma mistura de fibras naturais e sintéticas. Além de tecidos, a empresa afinal está testando agora a capacidade de inativação do novo coronavírus pelas micropartículas de prata incorporadas à superfície de outros materiais; como filmes plásticos e um polímero flexível; semelhante a uma borracha, que utilizou para desenvolver uma máscara de proteção contra o novo coronavírus em parceria com a fabricante de brinquedos Elka (leia mais em agencia.fapesp.br/32982/).

“O tecido foi o primeiro resultado da aplicação das micropartículas de prata para inativar o novo coronavírus. Mas, em breve, devemos ter vários outros”, afirma Simões.
 

Tags: covid-19eliminar coronavírusempresafabespmaterialpaulistatecido
Compartilhamento30Tuitar19
Colatina em Ação

Colatina em Ação

Jornalista levando informações de Colatina para o mundo.

Leia também ...

Gripe K: Santa Catarina registra a maioria dos casos no país

por Colatina em Ação
13 minutos Passado
0
Gripe K: Santa Catarina registra a maioria dos casos no país - Foto: Freepik

Variante da influenza A (H3N2) não é um vírus novo e está coberta pelas vacinas oferecidas pelo SUS

Leia mais

Vigitel 2025: diabetes cresce 135% no Brasil em 18 anos

por Colatina em Ação
2 dias Passado
0
Vigitel 2025: diabetes cresce 135% no Brasil em 18 anos - Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Condições como hipertensão, obesidade e excesso de peso também avançaram de 2006 a 2024; confira detalhes

Leia mais

Casa da Mulher em Colatina abre vagas para DIU

por Colatina em Ação
3 dias Passado
0
Casa da Mulher em Colatina abre vagas para DIU - Foto: Internet

A Casa da Mulher de Colatina anunciou a abertura de novas vagas para a inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU) de cobre. O método contraceptivo de longa duração é...

Leia mais

Internet transforma atendimento em UBSs remotas e agiliza socorro médico em áreas isoladas

por Colatina em Ação
4 dias Passado
0
Internet transforma atendimento em UBSs remotas e agiliza socorro médico em áreas isoladas - Foto: Layo Stambassi/MCom

Ação dos Ministérios das Comunicações e da Saúde permite a conexão entre bases regionais de saúde e facilita a assistência médica

Leia mais

Bronzeamento artificial: os perigos para a pele e como se proteger

por Colatina em Ação
6 dias Passado
0
Bronzeamento artificial: os perigos para a pele e como se proteger - Foto: Freepik

Normalmente oferecido em cabines verticais e horizontais, o bronzeamento artificial tem atraído cada vez mais pessoas com a promessa de um bronzeado rápido e uniforme. Ainda que pareça...

Leia mais

Pesquise por Categoria

  • Brasil
  • Cidade
  • Culinária
  • Cultura
  • Direitos Humanos
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Geral
  • Internacional
  • Justiça
  • Meio Ambiente
  • Moda
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Sem categoria
  • Tecnologia
  • Últimas Notícias
# # #
  • Aviso Legal
  • Fale conosco
  • Home
  • Política de Privacidade
  • Políticas de Cookies
  • Quem somos
  • Termos de Uso
Whatsapp: (27) 99840-1311

© 2025 Desenvolvido por Colatina em Ação - Hospedado no Brasil por Gen3 .

Nenhum Resultado
Ver Todos os Resultados
  • Inicio
  • Brasil
  • Cultura
  • Educação
  • Polícia
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia

© 2025 Desenvolvido por Colatina em Ação - Hospedado no Brasil por Gen3 .

Bem-vindo Novamente!

Faça login na conta

Esqueci a Senha

Recuperar sua senha

Insira os detalhes para redefinir a senha

Entrar
Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website, você está concordando e com à utilização de cookies. Saiba mais em Política de Privacidade.